Para Sempre Alice

Doença de Alzheimer ganha foco –

Julianne Moore é Alice Howland, uma professora universitária de 50 anos, diagnosticada com a forma precoce da Doença de Alzheimer. O filme mostra parte importante da evolução da doença, sua investigação diagnóstica e como as relações de Alice passam a ser afetadas no trabalho e na família. Tanto Lisa Genova – autora do “best seller” que originou o filme – quanto os atores envolvidos foram assessorados pela “Alzheimer´s Association”. O filme oferece informações de altíssima qualidade para discussões sobre a Doença de Alzheimer. A performance bastante precisa da atriz Julianne Moore rendeu-lhe o oscar de melhor atriz em 2015. Vale a pena conferir!

Mais informações em: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-226823/
 e http://www.alz.org/documents_custom/moore_022215.pdf 

Artigo da Folha de São Paulo sobre a legalização da maconha

Mais importante do que se posicionar radicalmente contra ou a favor da legalização da maconha, é procurar entender as entrelinhas e conhecer os riscos e benefícios potenciais de uma possível legalização dessa droga. Segue, abaixo, um ponto de vista bastante enriquecedor para essa discussão, publicado pela Folha de São Paulo e assinado pelo Dr Frederico Garcia, professor-coordenador do Centro de Referência em drogas da UFMG.

Artigo da Folha de São Paulo, publicado em 07 de maio de 2014. Disponível em https://ci3.googleusercontent.com/proxy/f64FW5ap1QhVDa7END1L6Ym3hQXiO6gi9m3ZxfIAcA03P_uz3j12jNqwCaXDVkKIR1SWqEVfWYvn7fbhYCg5NaACSdVXJo4=s0-d-e1-ft#http://www.vfazitto.com.br/amp/boletim_amp_13.jpg

Esclarecimento: o tratamento de Paloma (novela Amor à vida) não corresponde à realidade.

ABP envia nota de esclarecimento à Rede Globo pela condução equivocada do tratamento psiquiátrico da personagem Paloma Khoury, na novela Amor à Vida.

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A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) enviou à Rede Globo uma nota criticando o tratamento psiquiátrico dado à personagem Paloma Khoury. Segundo a carta, enviada pela ABP, a indicação do tratamento foi equivocada na novela e a forma como foi abordado não corresponde à realidade.  “A eletroconvulsoterapia (ECT), ou eletrochoque, é um procedimento seguro, eficaz e indolor, para o qual existem indicações precisas. Este tratamento só é indicado para pacientes onde a medicação não apresenta resultados satisfatórios e também quando não existem indicações para que o mesmo não seja tratado com medicamentos, como é o caso de pacientes debilitados ou idosos.” A ABP tem receio de que a repercussão e o impacto de cenas tão agressivas possa reforçar ainda mais o preconceito contra portadores de transtornos e deficiências mentais.

Temas médicos, em geral, abordados em filmes e novelas, devem ter uma acessoria adequada, para que o tema fique próximo à realidade, como a premiada peça de teatro chamada “Quase Normal” (Next to normal), que aborda de forma mais coerente o tratamento de uma paciente com transtorno psiquiátrico que se beneficiou da ajuda da ECT, mas que somente recorreu a esse tratamento depois de tentar várias outras alternativas. A peça é sucesso de público nos Estados Unidos e na sua versão adaptada para o Brasil.

A ABP se colocou à disposição da Rede Globo para orientar sobre o assunto.

Para conhecer mais sobre a eletroconvulsoterapia, acesse: http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/LerNoticia&idNoticia=270

Para ler mais sobre a peça “Quase Normal”, acesse: www.facebook.com/QuaseNormal

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