VI Encontro de Psicologia da Faculdade Ciências Médicas – MG

Clique aqui e faça sua inscrição nos mini cursos até 25 de agosto. São apenas 60 vagas!

Psicologias: Interfaces e desafios da atualidade

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VI Encontro de Psicologia da Faculdade Ciências Médicas – MG

Dia 27 a 29 de agosto, na Faculdade Ciências Médicas – MG

Inscrições para os mini cursos até 25 de agosto, pelo e-mail minicursopsicologia@gmail.com.

Informações pelo e-mail encontrodepsicologiafcmmg@gmail.com.

 

Confira a programação:

 

Quinta-feira, 27 de agosto

17h às 18h50

Mini curso 1Psicodrama

Sala 501

Profª. Graça Campos

Mini curso 2: Empreendedorismo em psicologia

Sala 402

Profª. Keila Kalil

Sexta-feira, 28 de agosto

17h às 18h50

Mini curso 1Psicodrama

Sala 301

Profª. Graças Campos

 

Mini curso 3Violência Doméstica – Intervenção com homens e mulheres.

Sala 302

Profª. Claudia Natividade

 

19h às 19h40

Abertura do IV Encontro de Psicologia da Faculdade Ciências Médicas – MG

Mini Auditório

Roberto Chateaubriand – Representante do CRP

 

19h40 às 20h40

Palestra: Nos compassos de Educar: O Sr. Não repare. Demore que eu conto…
Guimarães Rosa

Sala 101

Profª. Ms. Malba Tahan Barbosa – UFMG

 

20h às 22h

Mesa Redonda Sobre Disturbios Alimentares

Mini Auditório

Dr. Rodolfo Ladeira – Psiquiatra

Dra. Vanessa Santoro – Psicóloga e Psicanalista

Dr. José Codo Dias – Endocrinologista

Dr. Roberto Assis Ferreira – Clínico Geral

 

21h às 22h

Palestra: Sono e qualidade de vida

Sala 101

Prof. Dr. Marco Túlio de Melo – UFMG

Sábado, 29 de agosto

10h às 11h30

Palestra: Preparação Psicológica de Atletas Paraolímpicos Brasileiros

Mini Auditório

Prof. Dr. Franco Noce – UFMG

 

10h às 11h30

Palestra: Lembrar para ter o direito de esquecer: Impactos da tragédia da Gameleira na memória de Belo Horizonte

Sala 101

Prof: Dr. Antônio Libério de Borba – CEFET

Esta programação poderá sofrer alterações sem aviso prévio.

FONTE: http://www.cmmg.edu.br/destaques/psicologias-interfaces-e-desafios-da-atualidade/

Perguntas e respostas sobre o tabagismo

TABAGISMO    (Dr Rodolfo Ladeira)

POR QUE DEVO PARAR DE FUMAR?
De cada DEZ fumantes, SETE desejam deseja parar de fumar. Entretanto, poucos são aqueles que procuram a ajuda adequada.
O cigarro diminui a expectativa de vida em 8 a 10 anos, em média, mas nos tabagistas pesados, pode-se considerar uma perda maior, de até 23 anos, em média. E não é somente a quantidade (anos de vida) que fica comprometida: o cigarro também prejudica a qualidade de vida, uma vez que é fator de risco para diversas doenças que podem demorar para começar, mas uma vez instaladas, comprometerão a qualidade de vida pelos anos restantes.
O cigarro é fator de risco para SEIS das OITO principais causas de morte no mundo, e quando considerado o tabagismo como doença, ele é a terceira principal causa de morte, somente atrás de cardiopatia isquêmica (infarto) e doença cerebrovascular (“derrame”).
O cigarro pode causar diversos tipos de câncer (de pulmão, traquéia, brônquios, boca, esôfago, estômago, rim, bexiga, dentre outros), além de doenças ( “derrame”, infarto, angina, perda da visão, periodontite, pneumonia, doença vascular periférica, enfizema pulmonar e outras). As doenças causadas pelo cigarro podem acometer tanto aquele que fuma o cigarro diretamente quanto aqueles que estão próximos (fumantes passivos).

QUAL A CHANCE DE PARAR DE FUMAR?
Somente CINCO em cada CEM fumantes consegue parar sem ajuda. O suporte adequado pode aumentar em cerca de 2 a 3 vezes a chance de parar de fumar. O período mais difícil a ser enfrentado são os primeiros três dias depois da interrupção do cigarro, quando os sintomas de abstinência ficam acentuados. Depois desse período, os sintomas de abstinência tendem a diminuir, embora fique alguma vontade de fumar, principalmente causada pelas lembranças causadas por pessoas, lugares, ou atividades que antes estavam relacionadas ao ato de fumar. Se você conseguir ficar os três primeiros dias sem fumar, anime-se: os sintomas de abstinência só tendem a diminuir e só voltarão a piorar se você fumar novamente: mantenha a abstinência!

E SE EU QUISER PARAR SOZINHO?
Existem diversos tipos de tratamento, tanto aqueles que não utilizam medicamentos, quanto aqueles que se baseiam no uso de medicamentos. Entretanto, aqui vão algumas dicas que são importantes para todos os fumantes que desejam parar de fumar (tanto “sozinho” quanto com ajuda):
– O principal a fazer é estabelecer uma data para parar de fumar (geralmente em duas semanas).
– Nesse período, já faça algumas mudanças: retire o cigarro de casa, do locarl de trabalho e do carro, e evite fumar nesses lugares; se possível, pare de comprar maços ou grandes quantidades de cigarro de uma vez: quanto menor for seu acesso ao cigarro, menos você vai fumar!
– Reveja suas tentativas anteriores: o que te ajudou? O que dificultou? E tente fazer planos de como agir se as dificuldades surgiremoutra vez.
– Recaídas do tabagismo ocorrem principalmente nas seguintes situações: (1) emoções negativas, como ansiedade, tristeza, irritação, tédio; (2) pressão para trabalhar rápido; (3) presença de outros fumantes; (4) uso de álcool. Portanto, evite essas situações de risco, e planeje como agir paradiminuir a chance de recair, se não for possível evitar tais situações.

COMO É O TRATAMENTO?
Existem diversos tipos de tratamento, tanto aqueles que não utilizam medicamentos, quanto aqueles que se baseiam no uso de medicamentos. Você pode escolher uma modalidade de tratamento, ou mesmo associar algum tratamento não medicamentoso com um medicamentoso. Para isso, é importante receber as orientações adequadas: procure um médico (preferencialmente um psiquiatra ou pneumologista, ou outro que tenha experiência em tratamento do tabagismo).
Tratamentos sem medicamentos: Embora existam diversas possibilidades (acupuntura, filtros de nicotina, laser, material de auto-ajuda, grupos de ajuda-mútua semelhantes ao AA), os principais tipos de tratamentos não medicamentosos são o aconselhamento e a terapia cognitiva-comportamental, que são oferecidos por profissionais especializados (geralmente médicos ou psicólogos).
Tratamentos com medicamentos: O tratamento é com reposição de nicotina (adesivos ou gomas de mascar), medicações antidepressivas ou específicas para o tabagismo. Para obter o melhor resultado (mesmo para a terapia de reposição de nicotina),procure orientação e acompanhamento médico especializado. Se o tabagismo estiver associado a algum outro transtorno psiquiátrico (como a depressão, o alcoolismo ou transtornos de ansiedade), é muito importante o diagnóstico correto e o tratamento desse outro transtorno.

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