Caleidoscópio – Rodolfo Ladeira fala sobre o Poder da Fé na Cura de Doenças
Psiquiatra de Belo Horizonte, em entrevista com o apresentador Anderson Rocha.
Tv Horizonte (01/03/2017)
Bloco 01
Bloco 02
Bloco 03
Dr Rodolfo Ladeira – CRMMG 40707 – Psiquiatra e Psicogeriatra
Psiquiatra em Belo Horizonte – Adultos e idosos – (31) 99360-2240 – BELO HORIZONTE – Santa Efigênia

A história familiar positiva para o transtorno bipolar (TB) é um dos fatores de risco mais fortes e consistentes para o TB. O aumento do risco para o TB é de cerca de 10 vezes para parentes de indivíduos com esse transtorno. Ou seja, se o risco habitual de alguém desenvolver o transtorno bipolar for em torno de 1 em cada 100 indivíduos (esse número varia de acordo com estudos), esse risco aumentaria para 1 em cada 10, se houver histórico familiar. A magnitude do risco aumenta com o grau de parentesco (p. ex. gêmeos idênticos) ou caso ambos os pais apresentem esse diagnóstico. Apesar de a predisposição para esse transtorno ser, em grande parte, hereditária, diversos fatores ambientais são potencialmente relacionados com o desencadeamento e gravidade do transtorno em um indivíduo vulnerável (como o uso de álcool ou drogas, por exemplo).
Fonte: American Psychiatric Association. Diagnostic and statistical manual of mental diosders, 5th ed. Arlington VA, American Psychiatric Association, 2013.
(Por Rodolfo Ladeira)
A Organização Italiana para pessoas com Síndrome de Down (CoorDown) lançou uma campanha emocionante em parceria com a Saatchi & Saatchi (Milão/Nova Iorque) para o Dia Mundial da Síndrome de Down (21 de março).
O filme é narrado por Anna Rose Rubright, uma estudante de 19 anos com Síndrome de Down, que é, representada pela atriz Olivia Wilde (de filmes famosos como “Rush” e “Her”) – como Ana Rose vê ela mesma:
“É assim que eu me vejo.
Eu me vejo como filha, irmã e melhor amiga.
Como alguém em que você pode confiar.
Eu me vejo conhecendo alguém
com quem eu possa compartilhar a minha vida.
Eu me vejo cantando, dançando e rindo
até eu perder o fôlego.
Algumas vezes também me vejo chorando.
Eu me vejo seguindo os meus sonhos.
Mesmo quando eles são impossíveis.
Principalmente porque eles são impossíveis.
Eu me vejo como uma pessoa como qualquer outra,
Com uma vida importante, significante e maravilhosa.
É assim que eu me vejo.
Como você me vê?”
Fontes: Jardine A. Olivia Wilde Plays a Girl With Down Syndrome in Eye-Opening Film [Advertisement]. Advertising Age; 2016. Disponível em: http://creativity-online.com/work/coordown-how-do-you-see-me/46014. Acessado em 21 de março de 2016.
Saatchi & Saatchi. CoorDown “How Do You See Me” [Work Advertisement]. New York NY: Saatchi & Saatchi; 2016. Disponível em: http://saatchiny.com/ny-us/work/coordown-how-do-you-see-me/. Acessado em 21 de março de 2016.
Dearo G. Campanha traz mensagem poderosa sobre a Síndrome de Down [Notícia] Revista Exame. São Paulo (SP): Editora Abril; 2016. Disponível em: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/campanha-traz-mensagem-poderosa-sobre-a-sindrome-de-down. Acessado em 21 de março de 2016.
Saatchi & Saatchi. “How Do You See Me” [Vídeo] Youtube. Genova (IT): CoorDown; 2016. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=YhCEoL1pics . Acessado em 21 de março de 2016.