Perguntas e respostas sobre o tabagismo

TABAGISMO    (Dr Rodolfo Ladeira)

POR QUE DEVO PARAR DE FUMAR?
De cada DEZ fumantes, SETE desejam deseja parar de fumar. Entretanto, poucos são aqueles que procuram a ajuda adequada.
O cigarro diminui a expectativa de vida em 8 a 10 anos, em média, mas nos tabagistas pesados, pode-se considerar uma perda maior, de até 23 anos, em média. E não é somente a quantidade (anos de vida) que fica comprometida: o cigarro também prejudica a qualidade de vida, uma vez que é fator de risco para diversas doenças que podem demorar para começar, mas uma vez instaladas, comprometerão a qualidade de vida pelos anos restantes.
O cigarro é fator de risco para SEIS das OITO principais causas de morte no mundo, e quando considerado o tabagismo como doença, ele é a terceira principal causa de morte, somente atrás de cardiopatia isquêmica (infarto) e doença cerebrovascular (“derrame”).
O cigarro pode causar diversos tipos de câncer (de pulmão, traquéia, brônquios, boca, esôfago, estômago, rim, bexiga, dentre outros), além de doenças ( “derrame”, infarto, angina, perda da visão, periodontite, pneumonia, doença vascular periférica, enfizema pulmonar e outras). As doenças causadas pelo cigarro podem acometer tanto aquele que fuma o cigarro diretamente quanto aqueles que estão próximos (fumantes passivos).

QUAL A CHANCE DE PARAR DE FUMAR?
Somente CINCO em cada CEM fumantes consegue parar sem ajuda. O suporte adequado pode aumentar em cerca de 2 a 3 vezes a chance de parar de fumar. O período mais difícil a ser enfrentado são os primeiros três dias depois da interrupção do cigarro, quando os sintomas de abstinência ficam acentuados. Depois desse período, os sintomas de abstinência tendem a diminuir, embora fique alguma vontade de fumar, principalmente causada pelas lembranças causadas por pessoas, lugares, ou atividades que antes estavam relacionadas ao ato de fumar. Se você conseguir ficar os três primeiros dias sem fumar, anime-se: os sintomas de abstinência só tendem a diminuir e só voltarão a piorar se você fumar novamente: mantenha a abstinência!

E SE EU QUISER PARAR SOZINHO?
Existem diversos tipos de tratamento, tanto aqueles que não utilizam medicamentos, quanto aqueles que se baseiam no uso de medicamentos. Entretanto, aqui vão algumas dicas que são importantes para todos os fumantes que desejam parar de fumar (tanto “sozinho” quanto com ajuda):
– O principal a fazer é estabelecer uma data para parar de fumar (geralmente em duas semanas).
– Nesse período, já faça algumas mudanças: retire o cigarro de casa, do locarl de trabalho e do carro, e evite fumar nesses lugares; se possível, pare de comprar maços ou grandes quantidades de cigarro de uma vez: quanto menor for seu acesso ao cigarro, menos você vai fumar!
– Reveja suas tentativas anteriores: o que te ajudou? O que dificultou? E tente fazer planos de como agir se as dificuldades surgiremoutra vez.
– Recaídas do tabagismo ocorrem principalmente nas seguintes situações: (1) emoções negativas, como ansiedade, tristeza, irritação, tédio; (2) pressão para trabalhar rápido; (3) presença de outros fumantes; (4) uso de álcool. Portanto, evite essas situações de risco, e planeje como agir paradiminuir a chance de recair, se não for possível evitar tais situações.

COMO É O TRATAMENTO?
Existem diversos tipos de tratamento, tanto aqueles que não utilizam medicamentos, quanto aqueles que se baseiam no uso de medicamentos. Você pode escolher uma modalidade de tratamento, ou mesmo associar algum tratamento não medicamentoso com um medicamentoso. Para isso, é importante receber as orientações adequadas: procure um médico (preferencialmente um psiquiatra ou pneumologista, ou outro que tenha experiência em tratamento do tabagismo).
Tratamentos sem medicamentos: Embora existam diversas possibilidades (acupuntura, filtros de nicotina, laser, material de auto-ajuda, grupos de ajuda-mútua semelhantes ao AA), os principais tipos de tratamentos não medicamentosos são o aconselhamento e a terapia cognitiva-comportamental, que são oferecidos por profissionais especializados (geralmente médicos ou psicólogos).
Tratamentos com medicamentos: O tratamento é com reposição de nicotina (adesivos ou gomas de mascar), medicações antidepressivas ou específicas para o tabagismo. Para obter o melhor resultado (mesmo para a terapia de reposição de nicotina),procure orientação e acompanhamento médico especializado. Se o tabagismo estiver associado a algum outro transtorno psiquiátrico (como a depressão, o alcoolismo ou transtornos de ansiedade), é muito importante o diagnóstico correto e o tratamento desse outro transtorno.

TABAGISMO – Perguntas e Respostas

TABAGISMO    (Dr Rodolfo Ladeira)

POR QUE DEVO PARAR DE FUMAR?
De cada DEZ fumantes, SETE desejam deseja parar de fumar. Entretanto, poucos são aqueles que procuram a ajuda adequada.
O cigarro diminui a expectativa de vida em 8 a 10 anos, em média, mas nos tabagistas pesados, pode-se considerar uma perda maior, de até 23 anos, em média. E não é somente a quantidade (anos de vida) que fica comprometida: o cigarro também prejudica a qualidade de vida, uma vez que é fator de risco para diversas doenças que podem demorar para começar, mas uma vez instaladas, comprometerão a qualidade de vida pelos anos restantes.
O cigarro é fator de risco para SEIS das OITO principais causas de morte no mundo, e quando considerado o tabagismo como doença, ele é a terceira principal causa de morte, somente atrás de cardiopatia isquêmica (infarto) e doença cerebrovascular (“derrame”).
O cigarro pode causar diversos tipos de câncer (de pulmão, traquéia, brônquios, boca, esôfago, estômago, rim, bexiga, dentre outros), além de doenças ( “derrame”, infarto, angina, perda da visão, periodontite, pneumonia, doença vascular periférica, enfizema pulmonar e outras). As doenças causadas pelo cigarro podem acometer tanto aquele que fuma o cigarro diretamente quanto aqueles que estão próximos (fumantes passivos).

QUAL A CHANCE DE PARAR DE FUMAR?
Somente CINCO em cada CEM fumantes consegue parar sem ajuda. O suporte adequado pode aumentar em cerca de 2 a 3 vezes a chance de parar de fumar. O período mais difícil a ser enfrentado são os primeiros três dias depois da interrupção do cigarro, quando os sintomas de abstinência ficam acentuados. Depois desse período, os sintomas de abstinência tendem a diminuir, embora fique alguma vontade de fumar, principalmente causada pelas lembranças causadas por pessoas, lugares, ou atividades que antes estavam relacionadas ao ato de fumar. Se você conseguir ficar os três primeiros dias sem fumar, anime-se: os sintomas de abstinência só tendem a diminuir e só voltarão a piorar se você fumar novamente: mantenha a abstinência!

E SE EU QUISER PARAR SOZINHO?
Existem diversos tipos de tratamento, tanto aqueles que não utilizam medicamentos, quanto aqueles que se baseiam no uso de medicamentos. Entretanto, aqui vão algumas dicas que são importantes para todos os fumantes que desejam parar de fumar (tanto “sozinho” quanto com ajuda):
– O principal a fazer é estabelecer uma data para parar de fumar (geralmente em duas semanas).
– Nesse período, já faça algumas mudanças: retire o cigarro de casa, do locarl de trabalho e do carro, e evite fumar nesses lugares; se possível, pare de comprar maços ou grandes quantidades de cigarro de uma vez: quanto menor for seu acesso ao cigarro, menos você vai fumar!
– Reveja suas tentativas anteriores: o que te ajudou? O que dificultou? E tente fazer planos de como agir se as dificuldades surgiremoutra vez.
– Recaídas do tabagismo ocorrem principalmente nas seguintes situações: (1) emoções negativas, como ansiedade, tristeza, irritação, tédio; (2) pressão para trabalhar rápido; (3) presença de outros fumantes; (4) uso de álcool. Portanto, evite essas situações de risco, e planeje como agir paradiminuir a chance de recair, se não for possível evitar tais situações.

COMO É O TRATAMENTO?
Existem diversos tipos de tratamento, tanto aqueles que não utilizam medicamentos, quanto aqueles que se baseiam no uso de medicamentos. Você pode escolher uma modalidade de tratamento, ou mesmo associar algum tratamento não medicamentoso com um medicamentoso. Para isso, é importante receber as orientações adequadas: procure um médico (preferencialmente um psiquiatra ou pneumologista, ou outro que tenha experiência em tratamento do tabagismo).
Tratamentos sem medicamentos: Embora existam diversas possibilidades (acupuntura, filtros de nicotina, laser, material de auto-ajuda, grupos de ajuda-mútua semelhantes ao AA), os principais tipos de tratamentos não medicamentosos são o aconselhamento e a terapia cognitiva-comportamental, que são oferecidos por profissionais especializados (geralmente médicos ou psicólogos).
Tratamentos com medicamentos: O tratamento é com reposição de nicotina (adesivos ou gomas de mascar), medicações antidepressivas ou específicas para o tabagismo. Para obter o melhor resultado (mesmo para a terapia de reposição de nicotina),procure orientação e acompanhamento médico especializado. Se o tabagismo estiver associado a algum outro transtorno psiquiátrico (como a depressão, o alcoolismo ou transtornos de ansiedade), é muito importante o diagnóstico correto e o tratamento desse outro transtorno.

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