Artigo da Folha de São Paulo sobre a legalização da maconha

Mais importante do que se posicionar radicalmente contra ou a favor da legalização da maconha, é procurar entender as entrelinhas e conhecer os riscos e benefícios potenciais de uma possível legalização dessa droga. Segue, abaixo, um ponto de vista bastante enriquecedor para essa discussão, publicado pela Folha de São Paulo e assinado pelo Dr Frederico Garcia, professor-coordenador do Centro de Referência em drogas da UFMG.

Artigo da Folha de São Paulo, publicado em 07 de maio de 2014. Disponível em https://ci3.googleusercontent.com/proxy/f64FW5ap1QhVDa7END1L6Ym3hQXiO6gi9m3ZxfIAcA03P_uz3j12jNqwCaXDVkKIR1SWqEVfWYvn7fbhYCg5NaACSdVXJo4=s0-d-e1-ft#http://www.vfazitto.com.br/amp/boletim_amp_13.jpg

2 comentários em “Artigo da Folha de São Paulo sobre a legalização da maconha

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  1. Ola professor.
    Li seu curioso texto e tirei algumas conclusões sobre o assunto.
    Gostaria de saber qual sua p ostura perante ao consumo de drogas deveriamos tomar,pois se liberarmos o consumo, talvez tenhamos um surto psicotico em nossa populacão,mas se mantivermos a dura postura contra as drogas,continuariamos batendo na mesma tecla e ‘colaborando'(eu prefiro a palavra “COAGINDO”) com o trafico de drogas(pois o consumo dificilmente pararia com a repressao) e o mesmo causaria a morte de milhares de adolescentes e jovens por todo o pais.
    Diante desta situacao,ainda acredita que a proibicao das drogas é MELHOR que o CONTROLE REGULARIZADO?

    1. Olá, Pedro Henrique!
      Obrigado por enviar sua pergunta.
      Infelizmente, a resposta não é tão simplista (ou dicotômica) assim. É importante procurar se conscientizar de todos os prós e os contras.
      Em termos de saúde, sairíamos de uma dependência “endêmica” da maconha, para a qual um potencial dependência de cerca de 10% (variável, de acordo com estudos) é diluído entre um número de usuários menos expressivo que o álcool ou o tabaco, para uma situação potencialmente “epidêmica”, dado que a liberação do consumo resultaria em um contato maior com a substância e, consequentemente, um número maior de “usuários eventuais” e de “dependentes”. É importante ressaltar que o sistema de saúde atual, que já é insuficiente (em termos de recursos humanos, financeiros, acesso e disponibilidade de serviços) para o tratamento dos dependentes químicos, tornar-se-ia ainda mais sobrecarregado.
      Quanto à segurança pública, prefiro que você debata com os principais responsáveis, os quais poderão afirmar com mais clareza se seu raciocínio acerca do impacto da liberação sobre a mortalidade desses adolescentes está correto ou não. Se conseguir uma resposta, por favor, me dê seu feedback.
      Em resumo, do ponto de vista da saúde pública, sem dúvida, a proibição das drogas é melhor.
      Meu cordial abraço.

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